NOTAS DISSONANTES

Nós somos os Indigans

Olá, eu sou o Guilherme Takezo. Minhas amigas e amigos, este é um mês especial, estreou minha nova banda, a Indigans! A Indigans conta com mais dois grandes amigos meus, o Ale Mattia e Thiago Alexis Mattia. Na banda eu faço vocal e guitarra junto com o Ale que também está responsável pelos sons do baixo. A bateria fica por conta do Thiago, que também faz parte nos vocais. A sonoridade é mais focada no indie rock, sendo que todos na banda trazem suas influências para o som. Toda essa mistura dos integrantes resultou em um som nostálgico e dinâmico. Bom, não vou falar muito mais sobre a minha interpretação da banda, o legal seria você ouvir e interpretar o som por você mesmo! No começo deste mês, a gente lançou duas músicas como singles, “17 de Novembro” e “Nevar”. Vocês as encontram em qualquer plataforma (Spotify, Youtube etc.) Ainda neste mês, dia 20 de abril, a gente vai lançar o EP que se chama “É… mas e daí? Todo mundo é estranho” que conta com quatro músicas (incluindo essas duas que já lançamos).
Vou contar um pouco como foi o processo de criação e gravação deste EP. A ideia da banda começou no ano passado, ali pelo mês de março. Os meus colegas de banda estavam morando em Curitiba e eu aqui em Porto União. Então os encontros da banda eram marcados com antecedência e foi uma época bem corrida pra mim, pense que eu tinha que sair do trabalho no final de tarde de sexta-feira, pegar a estrada para passar o final de semana inteiro compondo e ensaiando. Terminada as tarefas da banda, eu pegava a estrada no início da noite de domingo, chegava umas 11 horas da noite e no outro dia cedo voltava para a rotina do “trabalho convencional”. Em outras vezes, o Ale e o Thiago vinham para Porto União também para ensaiar e compor. Foram algumas vezes fazendo isso até finalizar o processo de criação das 4 músicas. Depois de termos finalizado as músicas, começou o processo de gravação. Essa etapa foi feita só em Curitiba e as 4 músicas foram gravadas em apenas um final de semana (pelo menos as minhas partes). Foi bem divertido gravar esses sons, fiquei bem satisfeito com o resultado! É uma experiência muito boa você sentar e ouvir o EP inteiro. As quatro músicas acabam contando uma história, então a forma como elas conversam entre si é bem legal. A diferença de dinâmica entre as músicas também fica mais evidente ouvindo o EP como um material só. Para completar a experiência desse som, é legal assistir aos clipes das músicas, que enriquecem ainda mais a atmosfera da banda!
Agora que eu comentei um pouco como foi todo esse processo inicial da Indigans, eu não podia deixar passar em branco a morte do Taylor Hawkins, o baterista do Foo Fighters. Você sabe que sou um grande fã da banda, comentei algumas vezes sobre eles aqui na coluna, então a morte dele me pegou de surpresa e me deixou bem pra baixo… Pra te falar a verdade, ainda não caiu a ficha direito, ainda mais vendo os vídeos dos últimos shows do Foo Fighters, o cara parecia estar super bem, tocando e cantando como sempre. Realmente foi uma notícia muito triste para o mundo da música. Semana passada aconteceu a cerimônia anual do Grammy Awards e o Foo Fighters levou 3 grammys para casa concorrendo com o último álbum, o Medicine At Midnight (aquele que eu tinha falado muito bem por sinal, risos). Aposto que o Taylor ficaria orgulhoso com esses Grammys a mais, digo isso porque o Foo Fighters é a banda de rock com mais Grammys da história!

Clique para comentar
Sair da versão mobile