NOTAS DISSONANTES

Sobre The Cure e Post-Punk

Olá, eu sou o Takezo! Vamos falar de música boa e um estilo que marcou época? Vamos falar de The Cure e o Post-Punk! Essa banda icônica nos trouxe um som tão incrível e diferente que é difícil não gostar.
Então, The Cure começou a mandar bem lá nos anos 70, quando o Post-Punk estava pegando fogo. Eles vieram com uma mistura única de música experimental, letras profundas e aquele jeito sombrio que conquistou a galera rapidinho. Com Robert Smith no vocal e guitarra, Lol Tolhurst na bateria e Michael Dempsey no baixo, a banda formou essa receita de sucesso que a gente conhece hoje.
Os caras lançaram seu primeiro álbum, “Three Imaginary Boys”, em 1979, e já mostraram que estavam dispostos a conquistar o mundo. Faixas como “10:15 Saturday Night” e “Killing na Arab” são daquelas que a gente não cansa de ouvir, com uma vibe bem sombria que é a cara do Post-Punk.
Mas foi com o álbum “Seventeen Seconds”, lançado em 1980, que The Cure começou a marcar presença de verdade nesse cenário musical. Eles botaram pra quebrar com sintetizadores e uma atmosfera melancólica que arrepiava até o último fio de cabelo. E quem nunca ficou hipnotizado pela música “A Forest”? É um clássico absoluto que você não pode deixar de ouvir.
Sabe aquele álbum que simplesmente define uma banda? Pois é, “Pornography”, de 1982, é exatamente isso para The Cure. Eles mergulharam de cabeça nas emoções humanas e entregaram um som sombrio e intenso que é a cara do Post-Punk. “One Hundred Years” e “The Hanging Garden” são verdadeiros hinos do gênero, e se você ainda não conhece, corre lá pra escutar!
À medida que os anos 80 foram rolando, The Cure não parou de evoluir e experimentar novos sons. Eles adicionaram pitadas de pop e new wave em álbuns como “The Head on the Door” (1985) e “Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me” (1987). Esses caras são mestres em mudar o estilo, mas sempre mantendo a essência do Post-Punk. “In Between Days” e “Just Like Heaven” são exemplos perfeitos disso.
Mas o álbum que realmente marcou a transição para um som mais dream pop foi “Disintegration”, lançado em 1989. Com músicas como “Lovesong” e “Pictures of You”, eles conquistaram as paradas musicais e muitos fãs ao redor do mundo. Apesar da mudança, eles nunca perderam a magia sombria que a gente tanto gosta.
Os anos 90 e 2000 trouxeram mais evoluções e algumas mudanças na formação da banda. Eles experimentaram com Rock Alternativo e Shoegaze, mostrando que The Cure estava sempre disposta a se reinventar. Álbuns como “Wish” (1992) e “Bloodflowers” (2000) mostraram que eles tinham mesmo o poder de se manter relevantes.
Hoje em dia, o Post-Punk pode não estar tão em evidência, mas seu legado vive através de bandas e artistas que ainda bebem dessa fonte. The Cure é uma dessas lendas que continua a inspirar novas gerações e a gente não cansa de ouvir suas músicas. Vale lembrar que The Cure está confirmado para tocar aqui no Brasil esse ano! Eles vão tocar em dezembro no festival Primavera Sound que vai rolar em São Paulo. Estou torcendo para que abra algum show solo mais perto daqui também. Se você ainda não deu uma chance para The Cure e o Post-Punk, tá esperando o que? Corre lá nas plataformas de streaming e escuta esse som, garanto que você não vai se arrepender!

Clique para comentar
Sair da versão mobile